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| Imagem: Reprodução Redes Sociais |
Imagine a seguinte situação: você contrata um arquiteto para projetar sua casa, e escolhe aquele determinado profissional porque já viu suas outras obras, gostou do seu estilo e confia em seu trabalho. Depois das conversas iniciais, ele apresenta o projeto para você, e é tudo muito bonito. Animado e já ansioso pelo resultado final, você o aprova, e a construção começa. Um certo dia você resolve visitar a obra, como costuma fazer rotineiramente, e vê que o arquiteto colocou uma pilastra enorme e vermelha no meio da sala. Você pergunta o porquê daquilo, mas só obtém como resposta evasivas do tipo “confie em mim” e “esta é uma ótima pilastra, vai dar sustentação ao teto da sala”. De nada adianta levar o engenheiro civil, que considera a pilastra inútil, justificando que o teto da sala já está sustentado por todo um sistema de vigas e lajes, e nem argumentar que aquilo vai atrapalhar demais toda a utilização da casa, pois o arquiteto continua com a ideia fixa de manter aquela monstruosidade. Felizmente você tem à mão um recurso perfeito para esse tipo de problema: a rescisão de contrato. Você manda seu arquiteto plantar batata no asfalto e contrata outro em seu lugar.



