terça-feira, 9 de junho de 2015

O feminismo enlouquecido dos dias de hoje


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Observe o feminismo atualmente e me diga se tal gaiola de loucas é uma luta por direitos, igualdade, tolerância ou simplesmente uma terapia de grupo para histéricas, despeitadas, mal-amadas, psicopatas, delinquentes e rebeldes sem causa - clinicamente compensadas ou não - em geral?

Logo vai aparecer alguém e dizer "não generalize!", o que é uma outra forma de opinar sem dizer nada, mas generalizo sim, generalizo com gosto. E já explico. Vejamos:

Maria, 26 anos, acorda de manhã, dá café para o filho ou para a filha ou para o gato, tanto faz, se veste, toma uma condução, trabalha, resolve problemas, se estressa, paga seu próprio aluguel pelo internet banking, resolve matar aula na pós e dar uma passadinha no shopping, toma uma cerveja, liga pro namorado e combina com ele de se verem no sábado quando ela voltar da praia com as amigas, volta pra casa e vai dormir depois de assistir um pornô softcore no Multishow ou hardcore no XVideos ou "Alice no País das Maravilhas" no Telecine Cult.

Joana, 22 anos, acorda mais ou menos 11:00 da manhã, vai na cozinha e descobre que a mãe deixou um pão com manteiga pra ela comer, se veste, pega a mochila, toma uma condução e observa o macho opressor olhando com cara de lobo estuprador. Chega na facul e ao invés de ir pra aula vai fumar um com as amigas anarcas na sala do DCE, volta a tempo de bater um rango no bandejão e fazer uma panfletagem contra o patriarcado.

Umas duas da tarde briga com uma companheira de luta sobre quem compreende melhor a opressão sobre uma negra feminista ou uma lésbica feminista ou uma vegetariana feminista. Não resolvem nada e saem dali para colar cartazes promovendo seu evento "racha macho" no dia seguinte. Fumam mais um e saem da facul para uma manifestação contra o corte de verbas na educação onde exigem que o Estado DÊ mais dinheiro por um lado e jogam pedras na polícia berrando até mostrar a úvula contra o mesmo Estado opressor do outro.

Chegando em casa bate boca com a mãe porque ela é uma oprimida frouxa e frígida que não sabe lutar e por isso não exige do pai ausente o dinheiro do aluguel.

Maria, trabalha, estuda, trepa, paga suas próprias contas, vive sua vida.

Joana, finge que estuda, se droga, briga com o mundo à sua volta fingindo que seu ódio contra tudo é um movimento a favor de algo, toma conta da vida dos outros e não produz nada além de pichações como "vamu cortar pau" na parede e decibéis com seus berros.

Agora responda rapidamente: quem contribui mais para a emancipação, os direitos e o respeito às mulheres na sociedade? Maria ou Joana?

Dica: a pergunta é retórica.

Por Marcus Vinicius Motta
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