segunda-feira, 4 de maio de 2015

Católicos leigos reagem a comunistas disfarçados de bispos.


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Muito se tem falado da infiltração comunista nas instituições católicas. Padres como Paulo Ricardo, Rodrigo Maia e Jose Augusto, além de leigos (católicos que não foram ordenados padres) como Olavo de Carvalho têm falado sobre esta infiltração e corrosão que os comunistas têm feito dentro destas instituições.




Isto já vem de longa data, mas realmente ganhou força na década de 60 com o fortalecimento do marxismo cultural e da influência dos autores da Escola de Frankfurt. Nesta época começaram a ser desenvolvidas as condições para a queda do Muro de Berlim, e do fim daquilo que poderíamos chamar de primeira Guerra Fria. 



A segunda começou logo depois com uma intensificação dos processos que estabeleciam a mentalidade da época e que ocultavam, através da guerra cultural, inimigos antes explícitos e declarados. De uma hora para outra, a guerra não era tanto para demonstrar qual lado era mais forte militarmente (podendo subjugar o outro), mas para converter e estupidificar os não convertidos. 


No Brasil e em outras partes do mundo, boa parte desta conversão não era mais explícita. Não havia e em grande parte não há uma doutrinação propriamente dita, mas a adoção lenta e parcial de valores, conceitos e conhecimento (ou desconhecimento) parcial de fatos que tornem as pessoas uteis aos criptocomunistas. 

Pela dedicação de alguns e um pouco de bons ventos, o desconhecimento da atuação de criptocomunistas tem caído vertiginosamente, a ponto de começarmos a visualizar uma contrarevolução cultura em curso, assim como começarmos a ver as primeiras reações do laicato católico à presença de criptocomunistas nas instituições da igreja ou que se passam por pertencentes à ela, como no vídeo a seguir: 




Por Pedro Henrique
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