segunda-feira, 6 de abril de 2015

Presidente da CNBB tenta enrolar o povo e pede um Brasil "acima do interesse de partidos"


Imagem: Reprodução Redes Sociaqis
Por Luciano Ayan

Um dos principais truques criados pelo ser humano é de tentar aparecer como "não interessado" na venda exatamente para tentar vender um produto. Ou o que são aqueles testemunhos em sites de vendas de pílula para fazer crescer cabelo senão simulações de falsa imparcialidade?

A extrema esquerda não pára de usar o mesmo recurso, tentando se fingir de "imparciais" principalmente quando todos seus interesses estão investidos nas questões sob discussão. 

É o caso desta figura que atende pelo nome de dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB. Ele afirmou o seguinte: “Só podemos superar este momento que estamos vivendo através do diálogo e do consenso. É necessário que cada um renuncie um pouco, aos seus interesses pessoais e de grupos, pensando como cidadão no bem comum e no bem do seu país.”

Os ingênuos podem até molhar as calcinhas ou cuecas, mas quem disse que a CNBB renuncia um milímetro que seja aos interesses do partido (PT) a quem serve de forma canina?

O PT mandou eles correrem para coletar assinaturas para o golpe da assembléia constituinte. Lá foram eles. O PT mandou eles pedirem censura de mídia. E de novo a CNBB mostrou suas fuças. O PT mandou eles pedirem financiamento exclusivamente público de campanha. Para variar, lá está a CNBB. 

Qualquer lixo, qualquer embuste, qualquer golpe tentado pelo PT terá a participação da CNBB apegado a ele como se fosse uma sanguessuga no braço de sua vítima. 

Alias, um detalhe interessante. Assis disse: "A igreja é advogada da Justiça, aquela que procura ensinar, transmitir valores à luz do Evangelho, educar as pessoas também nas virtudes pessoais, individuais e políticas para que cada um assuma a sua responsabilidade também na vida pública.”

Quem disse que este sujeito fala em nome da Igreja? A CNBB não passa de uma ONG que pode tanto falar em nome da igreja quanto o Richard Dawkins. 

Em resumo, a CNBB não presta. O que eles falam não merece credibilidade alguma a não ser como piada. Só merecem menção como ilustração do quão baixo a extrema esquerda pode descer ao fingir o que não é na busca de poder para seus líderes. 
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