sexta-feira, 3 de abril de 2015

Luciana Genro quer limitar o lamento pela morte do filho de Alckmin


Por Luciano Ayan

Já não bastasse a líder feminista Lola Aronovich ter dito que Geraldo Alckmin também deveria ter morrido, outra adepta da extrema esquerda, ainda mais notória, teve que despejar mais doses de discursos dignos da moral psicopática. É o caso de Luciana Genro. 

Esta figurinha disse exatamente o seguinte: "Tudo bem lamentar a morte do filho do Alckmin. Lamento também. Mas pq não lamentam tbem a morte do menino de 10 anos vítima de bala perdida?". 

Sempre o mesmo truquezinho sujo. 

Porém, na época em que Dilma foi vaiada em um estádio, os petistas protestaram. Por que então "não reclamar de todos que são vaiados?". Talvez por que os outros não são tão conhecidos? Talvez por que não exista tamanha identidade com todos os outros vaiados? Enfim, pessoas normais sabem que não gerenciamos manifestações de indignação. Ao contrário, a extrema esquerda quer gerenciar até nossas sensações. São ditadores, definitivamente. 

Seja como for, o recurso é um truque sujo ainda mais pelo fato de que a família do menino morto pela bala perdida deve culpar as políticas desarmamentistas proposta exatamente pela esquerda, mas hoje defendidas mais ardorosamente pela extrema esquerda, grupo liderado por Luciana Genro. 

Ou seja, diariamente nós lamentávemos pelas vítimas de um governo moralmente monstruoso. Mas hoje é um dia em que muitos vão lamentar a morte do filho de Alckmin, pelos motivos que já citei acima (identidade, notoriedade, etc.) e não há nada que esses seres abjetos da extrema esquerda possam fazer contra isso. 

Aguardemos mais declarações vergonhosas da pior escória moral que já surgiu na história política de nosso país.


Vale a pena ver:

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