segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dilma fala sobre licença de menores para matar e usa a rotina que define seu caráter


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Luciano Ayan

Quase todas as rotinas que eu mapeio podem ser executadas tanto por pessoas de má fé assim como por pessoas enganadas. O mesmo vale para a discussão sobre a manutenção ou não da licença de menores para matar. 

Ao passo que a extrema esquerda quer mantê-los impunes enquanto matam, torturam, queimam, sequestram e daí por diante, a direita e os demais republicanos querem acabar com esta afronta aos cidadãos decentes. 

De qualquer forma, em sua nota lançada hoje a favor da manutenção da licença de menores para matar, Dilma usou a rotina que a desqualifica como pessoa séria e demonstra falhas gravíssimas de caráter. A rotina é essa: "A redução da maioridade penal não resolve o problema". Observe o que ela diz
Reduzir a maioridade penal não vai resolver o problema da delinquência juvenil. Isso não significa dizer que eu seja favorável à impunidade. 
A frase inicial já a desqualifica. A presidente que quer "humanizar as redes" (leia-se censurar a dissidência a partir de vagueza intencional) com essa frase diz exatamente o seguinte: se uma mulher for estuprada por um menor que anda pelas redondezas, e este menor for preso, a melhor coisa a fazer é se mudar de lugar, pois Dilma não está dando a mínima para o problema de todos os cidadãos que são vítimas de violência e possuem medo do marginal voltar a cometer um crime contra ele ou sua família na mesma região. Sim, é exatamente que Dilma disse. 

Ela deliberadamente, cinicamente e sadicamente finge ignorar que o problema principal é a impotência do cidadão diante da licença para matar, torturar e estuprar dada aos menores, e então inventa que o problema é "acabar de vez com a delinquência juvenil". Após falsificar o problema, mostrando uma insensibilidade depravada e doentia, arrogantemente diz "(x) não resolve o problema". Isto é, ela sabe que mente para esconder o seu problema em prol da impunidade de verdadeiras máquinas de morte. Depois desta frase, olhe nos olhos de Dilma Rousseff e veja se você consegue encontrar ali o menor traço de empatia. Eu não consigo mais. 
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