quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dia da mentira, o dia de Dilma, o dia do PT


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Pedro Henrique

Todas as mentiras petistas ditas na campanha presidencial tem caído por terra. A afirmação de que Aécio (PSDB) iria trazer arrocho salarial e desemprego e Dilma (PT) não, a afirmação de que Aécio iria cortar os benefícios trabalhistas e Dilma não, a afirmação de a oposição seria raivosa e antidemocrática e o PT seria pacífico e democrático, além das farsas mais grotescas de que Aécio estaria envolvido com tráfico de drogas e que batia em mulher. 


Estas últimas tramóias já seriam razão para esgotar toda credibilidade dos petistas diante dos brasileiros, especialmente se estes estivessem bem preparados para entender e desmascarar psicopatas políticos. Se militantes de um partido trabalham para atacar o opositor fazendo acusações tão patéticas que compromisso com a verdade tem estes militantes ou mesmo o partido?

Desde que a insatisfação com o governo Dilma começou a se acentuar, tenho visto os petistas apelarem para uma das mentiras mais recentes. Uma mentira que surgiu para se adaptar ao recente desenvolvimento da capacidade do povo brasileiro de entender as ações petistas. 

Eis a mentira: o governo petista tem destruído a sociedade com a corrupção, desenvolvimento de poderes ditatoriais, e aniquilação da economia, (vejam só!) porque o PT se esqueceu de sua origem idealista. Esta "explicação" para as ações do governo foi dada por um manifesto recente do partido. 

Porém, o governo petista nunca se desviou de suas idéias a respeito da economia, da democracia ou da corrupção. O PT sempre foi contra o enxugamento do Estado, redução de impostos e jamais abandonou o discurso odioso em relação a bancos e grandes empresários. O PT sempre criou eufemismos para empurrar goela a baixo projetos de submissão da imprensa ao seu governo, controle da Internet, uso chantagista dos benefícios sociais (exemplo: bolsa família) para comprar votos e militância dos mais miseráveis. O PT sempre defendeu seus corruptos de alto escalão dentro do partido, as vezes tratando-os como heróis que roubavam do povo para dar ao PT.

Apesar de acusar a oposição de fazer terceiro turno e não descer do palanque, o manifesto traz também os velhos chavões usados em campanha para defender os petistas. Os chavões incluem o vitimismo de dizer que o partido está sendo usado como bode expiatório. Os petistas continuam a insistir em dizer que não tem nada a ver com a corrupção, quando o maior escândalo de corrupção já julgado no Brasil, o mensalão, foi criado pelos líderes petistas defendidos com unhas e dentes pelo partido. 

E não adianta vir com aquele papo caduco de que o escândalo foi descoberto por que o governo petista mandou ou deixou investigar: em um estado republicano e democrático, o governo NUNCA tem o poder de mandar ou deixar investigar. As investigações devem acontecer, querendo os governistas ou não. A simples auto-glorificação que Dilma e o governo pretende colocar quando diz que 'deixa' ou 'manda' investigar é apenas motivo de vergonha, pois é a admissão de que controla ou pensa em controlar as investigações realizadas por instituições independentes do governo, como a polícia federal.

Ademais, o discurso petista de que com o PT a polícia federal está mais livre para investigar é completamente falso. Ano passado policiais federais fizeram greve contra a corrupção da instituição e destruição de sua independência (veja mais aqui e aqui). O delegado Romeu Tuma Jr vem denunciando que a polícia tem sido aparelhada para assassinar reputações de adversários políticos do partido, como podem ver na entrevista que ele deu na roda Viva:



Não foi o PT que mudou, foi o povo que parou de cair na propaganda do partido e agora percebe as verdadeiras ações e intenções do PT.
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