sexta-feira, 13 de março de 2015

Uma manifestação de custo marginal


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Paulo Eneas

Segundo a Polícia Militar de São Paulo, o ato em favor de Dilma Rousseff e em favor dos que saquearam a Petrobrás, organizado pelo PT e pela CUT, reuniu cerca de 10 mil manifestantes no momento de maior concentração. Posteriormente ele foi engrossado por cerca de 3 mil professores da rede pública que, mais uma vez, serviram de massa de manobra para o os interesses do PT, como já ocorre há anos e anos.


Vários portais mostraram ao longo do dia que um grande número de manifestantes, inclusive vários estrangeiros que mal sabem falar português, foram pagos para irem à manifestação, recebendo R$35,00 para atuarem como figurantes numa encenação e numa farsa de manifestação livre e espontânea de trabalhadores.

Se considerarmos o valor pago a cada figurante, brasileiro ou estrangeiro, e o número médio de presentes, somados às despesas com o ato em si com carro de som e outros itens, e se fizermos uma conta bem rápida, até que o teatrinho montado pelos pelegos cutistas e pela esquerda não saiu tão caro assim. O preço foi baixo, se for comparado ao bilhões que foram saqueados da estatal petroleira por aqueles em favor dos quais o ato foi organizado. A ninharia é tão irrisória que, do ponto de vista contábil, poderá ser lançada na coluna de custos marginais sem maiores problemas.
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