sexta-feira, 20 de março de 2015

Obama quer dar golpe tentando estabelecer voto obrigatório nos EUA


Imagem: NBC News
Por Alexandre Borges

Barack Obama anteontem em Cleveland defendeu o voto obrigatório nos EUA. O mesmo presidente que está tentando dar cidadania para 11 milhões de imigrantes ilegais. É preciso ser muito trouxa para não entender o que está em jogo.

Nas palavras dele: "Outros países têm voto obrigatório. Seria transformador se todos votassem, o que rivalizaria com o poder do dinheiro [nas eleições] mais do que qualquer outra coisa. (...) As pessoas que tendem a não votar são jovens, são de baixa renda, são mais comuns entre imigrantes e minorias. Existem uma razão para que alguns tentem manter esses grupos longe do processo eleitoral."

Talvez ele tenha esquecido que suas duas campanhas presidenciais receberam muito mais dinheiro que a campanha do candidato republicano adversário e que a grande parte dos bilionários abertamente financiadores de políticos estão com ele como Warren Buffett, Bill Gates, os fundadores do Google, as celebridades de Hollywood e Mark Zuckerberg, além de George Soros, praticamente o dono do Partido Democrata.

Menos de 37% dos eleitores votaram nas eleições americanas do ano passado. Por que interessa aos democratas e a esquerda americana que os eleitores não preocupados com política, que preferem não exercer seu direito a voto, sejam obrigados a votar? A resposta é óbvia, é exatamente por eles serem mais suscetíveis aos slogans publicitários e à marquetagem eleitoral, às promessas abstratas e puramente emocionais como "yes we can" ou "change!". Leiam Gustave de Bon urgentemente, o grande pesquisador da psicologia das massas, e vocês vão entender.

Se você ainda tinha alguma dúvida sobre o caráter maligno e autoritário do voto obrigatório, basta lembrar que Barack Obama e a esquerda americana apóiam e quais são os motivos.

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