sexta-feira, 20 de março de 2015

O MST e a Lei de Gérson


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Aitofel de Souza

Quem não conhece ou ao menos já ouviu a expressão "Lei de Gérson"? É a famosa lei dizendo que se deve levar vantagem em tudo. Nada melhor que citá-la para descrever o MST. 

Não há outro termo para definir este grupo a não ser chamá-los de especialistas em bandidagem. Sim, já sei, você pode estar se perguntando: "como pode ser isso, se a grande maioria das pessoas que compõe o movimento são pessoas simples e ignorantes?“. Só que uma coisa é o MST, e outra são alguns de seus militantes que realmente acreditam na causa. Esses são massa de manobra. 

Conforme matéria do último segundo, "Assentados do MST vendem suas terras por mais de R$ 500 mil" (aliás, a matéria tem a cara de pau de tratá-los implicitamente como vítimas): 
Falta de políticas públicas, alta do preço da terra e assédio do agronegócio são atrativos para assentados venderem seus lotes; MST propõe mudança na lei da posse da terra
Ao chegar aos 30 anos, o MST está enfrentando um inimigo encravado em suas próprias entranhas e de alto potencial corrosivo: a comercialização de lotes em assentamentos rurais emancipados, cujo fenômeno é estimulado pela alta no preço da terra e pela ausência de políticas públicas.
No assentamento Primavera, em Andradina, interior paulista, berço do MST em São Paulo e o único do País em que o governo federal entregou a totalidade dos títulos de propriedade definitiva, o processo de transferência ganhou ritmo preocupante.
“Metade dos assentados já vendeu os lotes”, diz o geógrafo Eduardo Girardi, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estudioso da questão agrária."
Quem tem um QI maior que o de uma ameba e é intelectualmente honesto sabe que deveria ser proibido para eles venderem suas terras (aliás, nem deveriam aceitar terras tomadas dos outros, mas aí já é pedir demais). 

O resultado é que o aumento no preço das terras aumentou as invasões, pois eles estão mais incentivados a lucrar com a venda das terras. 

Agora vale explicar que "sem terra" e "sem teto" são a mesma coisa, só que com áreas de atuação diferentes. E de novo o mesmo cunho marxista. Os "sem terra" tomam propriedades dos fazendeiros, já os sem teto se roubam propriedades nas cidades. Igualam-se na mania de vender as propriedades em seguida. 

Como eu disse que eles são especialistas em bandidagem, basta lembrar que eles se travestem de "representantes do povo" para ficarem blindados de quaisquer ações penais. É muita vigarice. 

Que tal um movimento social dos "sem carros"? Bem, aí os "sem terra" não iriam gostar, pois seus carros luxuosos poderiam ser roubados. 

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