domingo, 8 de março de 2015

Estudante feminista da USP comete falsa acusação de estupro contra policial


Imagem: Divulgação USP
Por Luciano Ayan

Já não é novidade o caso da aluna de pedagogia da USP que fez um registro falso de estupro. Mas peço que veja os grifos na notícia abaixo, "Aluna de pedagogia da USP faz registro falso de estupro", da Folha:
Em meio a denúncias de violência sexual dentro das instalações da USP, a estudante Sandy Mayumi Makiyami Saguri, 23, do curso de pedagogia da universidade, fez um registro falso de estupro à polícia e apontou um PM fardado como o autor da violência.
Primeiramente, a jovem telefonou para o 190 da polícia, pediu por socorro e, em seguida, narrou que havia sido vítima da violência sexual nas proximidades de uma pizzaria da capital.
Uma equipe de policiais foi ao local, e ela foi levada para exames em um hospital no Tatuapé, na zona leste.
Nenhum ponto de agressão foi encontrado, e a garota acabou relatando que havia inventado o caso, que aconteceu em 28 de fevereiro.
"Bebi muito naquela noite, a ponto de alucinar", disse a estudante à Folha.
"Estava louca e não falava coisa com coisa. Não sei porque disse que fui estuprada e ainda mais por um policial. Agora estou sendo perseguida e recebendo ameaça de estranhos", completou a aluna de pedagogia da USP.
No boletim de ocorrência sobre o caso, acompanhado pelo delegado Gustavo Galvão Bueno, a estudante declarou que mentiu sobre o estupro porque faz parte de um "grupo" que tem por objetivo espalhar informações falsas para "chamar a atenção" de veículos da imprensa.
À Folha ela negou que tenha relatado essa informação aos policiais e afirma que não sabe que grupo seria esse.
Nas redes sociais, a estudante se coloca como membro de diversos manifestos feministas, de liberdade de gênero e anárquicos, como o "Quebrando as grades: Luta por um mundo sem prisões".
"A única coisa nesse sentido que me perguntaram foi se eu já tinha feito parte de algum grupo social organizado. E eu disse que sim."
A estudante não fez queixa formal à polícia sobre as ameaças que diz estar recebendo pela internet e, por ora, também não contestou oficialmente o conteúdo do registro da ocorrência policial.
Nesta quinta-feira (5), após conversa com a Folha, ela encerrou a conta que mantinha no Facebook.
"Já me desculpei legalmente. O que mais tenho de fazer? Jamais imaginei que uma bebedeira causaria isso."
A polícia ainda não tem elementos que indiquem a existência de pessoas organizadas para espalhar informações falsas sobre crimes.
A estudante poderá ter de responder por falsa comunicação de crime na Justiça.
O que as partes grifadas nos mostram?

Primeiro, que ela é uma feminista. 

Segundo, que, como tal ela é uma adepta de uma variação da religião política. Por isso, ela não se importa em mentir para avançar sua agenda. (Mentir é da natureza humana, mas o caso aqui é que eles mentem de forma projetizada, dizendo às pessoa de seu grupo que estão "mentindo por uma causa". Ou seja, mentir, para eles, se torna um "valor" moral, quando deveria ser algo de que se envergonhariam).

Terceiro, que ela "não vê nada demais" no que fez. Para ela é só pedir desculpas que está tudo bem. 

Ou seja, estamos diante de uma típica militante da extrema esquerda, que sempre dá sustentação a partidos como PSOL, PCdoB e, principalmente, PT. 
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