domingo, 1 de março de 2015

Ditador maluco da Venezuela diz que vai impor visto obrigatório a cidadãos dos EUA


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Luciano Ayan

Quando um sujeito age como louco (ou é maluco de fato), para que sua vida social não seja prejudicada ele depende do silenciamento alheio. É por isso que a Venezuela ainda não tirou Maduro de seu país a pontapés, de forma de que ele nunca mais tivesse a coragem de mostrar suas fuças naquela nação novamente. 

A notícia "Maduro diz que imporá visto obrigatório a cidadãos dos EUA", da Folha, é um exemplo de como esse indivíduo brinca de agir feito maluco (embora exista um método em sua loucura, evidentemente): 
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que imporá um sistema de "visto obrigatório" a cidadãos dos EUA que queiram visitar o país.

Maduro também ordenou a "redução e revisão" do pessoal diplomático da embaixada americana em Caracas –desde 2010, com as expulsões mútuas de seus embaixadores, as representações diplomáticas dos dois países são comandadas por encarregados de negócios.

O presidente fez a declaração a simpatizantes, que participavam de uma manifestação pró-governo na capital venezuelana neste sábado (28). Ele alegou que a imposição do visto obrigatório é "proteger o país" e "evitar interferências" dos EUA.

No dia 19 de fevereiro, depois de mandar prender o opositor Antonio Ledezma, prefeito metropolitano de Caracas, Maduro acusou Ledezma de conspirar para derrubá-lo, com apoio dos EUA. Washington respondeu que as acusações não têm fundamento.

Em dezembro do ano passado, o presidente americano, Barack Obama, promulgou lei aprovada pelo Congresso que pune autoridades do governo da Venezuela acusadas de violência contra manifestantes nos protestos de 2014. Maduro chamou de "agressão" a medida de Obama.
Até hoje nunca tive o prazer de conhecer alguém querendo viajar para a Venezuela. É provável que a vontade dos norte-americanos para isso seja ainda menor. 

A atitude de Maduro é mais ou menos como a daquela baranga feminista dizendo "Eu não quero levar sua cantada". No que alguém responderia: "Mas quem está querendo te cantar?". Enfim, é algo que não poderia ser levada adiante. 

Pena que os Estados Unidos ainda tem que aturar aquele paspalho que atende pelo nome de Barack Obama no governo. Caso contrário, um presidente republicano poderia dar uma resposta à altura. Algo como: "Ok, ok, tudo bem Maduro. Pode manter a proibição. No dia em que você conseguir proibir nossos cidadãos de entrar em um país civilizado, e interessante para turismo, nos avise."
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