quarta-feira, 18 de março de 2015

Dilma vai a "igreja" pedir ajuda


Imagem: Roberto Stuckert Filho / PR
Por Aitofel de Souza

Primeiramente um esclarecimento: a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, não faz parte da hierarquia da Igreja Católica e nem fala oficialmente em seu nome. Lamentavelmente, essa entidade possui muita influência sobre o catolicismo brasileiro. 

Segundo: foi por meio da CNBB que ideias socialistas foram infiltradas na igreja por meio da abjeta "teologia da libertação". Não passa de um bando de esquerdistas disfarçados de religiosos. 

Esse esclarecimento é importante pois como o PT está na UTI e fará de tudo para sobreviver, irá usar esta organização e tentará dar-lhe credibilidade, força e resistência. 

As ações recentes mostram badernas do MST, um marqueteiro voltando à ativa, a eterna instrumentalização do Datafolha (sempre um mecanismo de manipulação da percepção pública sobre a realidade). É claro que a CNBB não seria esquecida como uma dessas ferramentas. 

Jornalistas evidentemente tentarão fingir que a instituição tem alguma representatividade e fingirão que ela fala em nome da Igreja. Tudo para enganar os religiosos. 

Este truque pode ser visto na máteria "Dilma pede a ajuda da igreja contra impeachment":
Ateia, a presidente Dilma apelou à misericórdia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em audiência no Palácio do Planalto, contra o pedido de impeachment. Em diversos momentos da reunião com o cardeal de Aparecida (SP) Raymundo Damasceno de Assis e o arcebispo Dom Leonardo Ulrich Steiner, Dilma pediu que a igreja evite apoiar o impeachment, que causaria “instabilidade ao país”.Dilma ficou preocupada, em especial, por causa ato de sindicalistas ligados ao PT “em defesa da Petrobras”.No fim da reunião, Dilma pediu aos representantes da CNBB que saíssem pelas portas do fundo do Planalto, sem falar com a imprensa.Dilma queria apenas Deus como testemunha do seu encontro com a CNBB porque temia irritar os aliados evangélicos.A ordem – inócua – para que ministros ficassem em Brasília no fim de semana é reveladora do temor que os protestos provocam no governo".
O catolicismo sempre foi contra a política do aborto. Dilma indicou uma ministra abortista, que chegou a defender o aborto na saúde pública

Ex-ministro de Dilma, Gilberto Carvalho disse que "o bicho iria pegar para os cristãos". Lembre-se de como 2013 foi conturbado para os religiosos:


Dilma pediu diálogo com o ISIS, que, no Oriente Médio, mata cristãos só para ver o tombo. Ela chegou a condenar ataques da ONU contra extremistas muçulmanos assassinos de cristãos

Já está na hora de cristãos e religiosos do país verem a CNBB e o partido socialista no poder com outros olhos. Já foram enrolados o suficiente:



Os cristãos, alias, tem a obrigação de saber que socialismo e cristianismo são como água e óleo. Não se misturam. Aquele quer a destruição deste.

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