segunda-feira, 9 de março de 2015

Dilma não pára com as bobagens e provocações: se impeachment for contra o PT é "ruptura". Com os outros partidos, tudo bem.


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Luciano Ayan


O diálogo com os petistas de fato se torna cada vez mais inviável. Incapazes de manter a linearidade do discurso, eles estão cada vez mais distantes de noções de certo ou errado. A lógica não tem mais lugar neste tipo de abordagem. Todos os conceitos podem mudar de acordo com a conveniência. Quem se dispor a levá-los a sério perderá o debate, não por falta de argumentos, mas por não conseguir desmascarar o amontoado de fraudes. 



Por outro lado, se entrarmos de cabeça fria, entendendo tudo como se fosse um jogo, sem a menor expectativa de que saia algo de útil do outro lado, e com uma visão de investigador de fraudes intelectuais, aí sim conseguimos expor a monstruosidade moral dessa gente. 



Como, por exemplo, o discurso de Dilma dizendo que o Brasil "não aceita ruptura democrática". 



Veja a palhaçada: 
Impeachment está na lei. Agora, uma coisa é impeachment, outra coisa é terceiro turno [...] Nas eleições de 2014, houve primeiro turno e houve segundo turno. Um terceiro turno seria ruptura da ordem democrática e não creio que a sociedade brasileira esteja disposta a aceitar uma ruptura.


Não é simples a forma de "pensamento" desta coisa? 

Vamos lá. Se alguém discutir impeachment contra opositores do PT (Collor, FHC), é "discussão democrática". Se for contra o PT, é "ruptura da democracia". E quando o PT se opunha a FHC e Collor, era uma ação normal de oposição contra a situação. Mas se for contra o PT, é terceiro turno. 

Ou seja, eles tentam ganhar tirando na cara do povo. Não dá para respeitar moralmente figuras que tentam ofender a inteligência das pessoas por tanto tempo.
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