segunda-feira, 2 de março de 2015

Alexandre Frota é patrulhado por feministas e outros adeptos do politicamente correto


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Luciano Ayan

Artistas que abraçam o politicamente correto geralmente são seres que não ligam em perder sua dignidade. Nem a honra. Empolgados por defenderem bandeiras em que não acreditam, acham que conquistarão afagos eternos de uma legião de discípulos.

Quando Rafinha Bastos sofre patrulhamento da esquerda, ele apenas recebe o sofrimento que quer imputar aos outros por ter aderido ao politicamente correto, que nada mais que a obtenção de um passe livre para oprimir os outros apelar pelo fingimento de "luta por minorias". 

Algo semelhante (e irônico) ocorreu com Alexandre Frota, que atacou o Pastor Marco Feliciano pelas opiniões conservadoras deste último. Assim como Rafinha Bastos, Frota talvez achasse que assim conquistaria um crachá VIP que o livraria de uma matilha sedenta de sangue. 

Ledo engano. Bastou que ele cometesse um deslize (aliás, um baita deslize) para que essa tropa se investisse contra ele. Assim como já ocorreu com Rafinha, Frota caiu em seu criadouro de piranhas. 

Leia a matéria do Brasil247, intitulada "Aos risos, Alexandre Frota confessa crime hediondo"
A subcelebridade do mundo pornô Alexandre Frota causou polêmica na internet ao afirmar que teria feito relação sexual com uma mãe de santo sem o consentimento dela. Frota participou do programa Agora é tarde, apresentado pelo humorista Rafinha Bastos, na Band, que foi ao ar no último dia 25. 
Descrevendo a situação com naturalidade e em tom de piada, Frota relatou que o crime teria acontecido ainda nos tempos em que trabalhava na Rede Globo. O ex-ator afirmou que, ao observar a mulher de costas, dentro do quarto, aproximou-se por trás dela e começou o ato sexual, ignorando suas recusas.
Ele ainda contou que pressionou tanto o pescoço da vítima que ela chegou a desmaiar. Terminado o ato sexual, Frota teria deixado a mulher desacordada no chão e dito aos demais que ela havia caído. Assim como o apresentador do programa, a plateia reagiu à história com risadas e aplausos, ignorando a gravidade dos fatos criminosos narrados pelo convidado.
Grupos de ativismo divulgaram cartas de repúdio às declarações do ex-ator, como o Coletivo Mariachi, do Rio de Janeiro. "Um crime hediondo foi confessado e aplaudido em rede nacional. Como isso é possível? Ora, num país onde uma mulher é estuprada a cada 12 segundos, não é difícil compreender que uma estatística alarmante como essa é produto de uma cultura que valoriza e cotidianiza a violência sexual", diz o texto.
Outro trecho presta solidariedade à suposta vítima do ex-ator. "Não sabemos quem é a Mãe de Santo em questão. Não sabemos a sua idade, a sua cor, a sua classe, como ela vive, o que ocorreu após o estupro. Mas, muito mais do que "estamos", SOMOS com ela. Poderia ser com qualquer uma de nós. Muitas vezes foi. E agora assistimos de nossas casas ao show de horrores que gargalha e se orgulha da nossa dor", ressalta.
A nota chama atenção também para o racismo e o preconceito contra as religiões de matriz africana que também estariam presentes no discurso do ex-ator. "Levantamos aqui uma campanha pelo amplo debate acerca do episódio, na expectativa de que o Ministério Público adote providências diante do relato, que além da violência sexual é carregado de racismo, pela forma desrespeitosa com que Frota se refere a uma fé de matriz afro", conclui.
Ih, rapaz... feministas e militantes de minorias religiosas? Periga até incluirem um terceiro grupo de minorias: os negros, pois as religiões afro são de matriz africana. Acho que todo o apoio de Alexandre Frota ao movimento LGBT não vai servir para livrar sua pele. 

Assista a entrevista a seguir:


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