terça-feira, 10 de março de 2015

A vida no inferno. Ou: Da hipocrisia de Hollywood.


Imagem: Kevin Winter / Getty
Por Marco Túlio

Todo ano no Oscar as celebridades se juntam não para comemorar o trabalho duro que tiveram nas produções e atuações de seus filmes, mas para se auto-promover como seres virtuosos, que pensam nos mais fracos e oprimidos. E por serem famosos, automaticamente se tornam formadores de opinião, levando multidões de fãs a acreditarem piamente nas baboseiras que falam em seus discursos.

Este ano não foi diferente. Tivemos exigências por salários iguais entre homens e mulheres, pela luta infindável dos negros ainda oprimidos, dos mexicanos, todos tratados sem dignidade. Todo esse show de vitimismo, de causas enganosas, foi transmitido simultaneamente para os quatro cantos do globo.

Não se engane, leitor — eu pessoalmente adoro espetáculos; musicais, danças, performances de todos os tipos. Essa não é a questão. A questão é os artistas que fingem estar preocupados com os "oprimidos" — até podem estar, mas por mais que alguns tenham boa fé, os métodos que pregam só trarão resultados negativos. Se a ideia era unificar, discursos como os do Oscar apenas separam as pessoas. Fazem com que queiram apontar dedos à procura de culpados. E por outro lado o artista militante tem um grande apelo comercial para se auto-promover ainda mais, não se importando se de fato suas atitudes têm feito bem às pessoas a quem estaria supostamente ajudando, porque no final as aparências são tudo o que importa.

Confira este vídeo do americano Bill Whittle, que apresenta, entre outros, os programas virtuais "Afterburn" do PJ Media e "Firewall" do canal Truth Revolt. Ele fala sobre o Oscar de 2015:


Vídeo do canal Tradutores de Direita 
Tradução: Marco Túlio 
Revisão: Israel Pestana
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