segunda-feira, 16 de março de 2015

A cor do protesto


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Marcus Vinicius Motta

Não acho que cor da pele dignifique ou desqualifique nenhum tipo de protesto, o PT, com sua tática cafajeste de sempre, incutiu na cabeça das pessoas esse tipo de cobrança ridícula "cadê os negros, os índios, os pobres desse protesto?", como se Lula, Marisa Letícia (a "Galega"), Rose, Dilma, Gleisi Hoffmann, Juca Kfouri, Gregório Duvivier e mais da metade do resto dos seus puxa-sacos fossem núbios como um príncipe do Nilo ou soubessem o que é um ônibus lotado ou um aluguel.

Como agora não conseguem mais apelar para os números (são, SIM, MINORIA) e também não podem mais enganar as pessoas com as prestidigitações habituais (todos roubam mas nós roubamos pelo bem do país, nunca antes se fez tanto, isso é raiva da empregada andando de avião), partiram para a desqualificação de qualquer um que seja contrário ao seu esquema de subtração de numerário e liberdades, transformando automaticamente em elite qualquer sujeito que resolva dizer chega para eles.

Sugiro que as pessoas parem de responder a este tipo de provocação desesperada, deixem que se iludam, deixem que preguem para os convertidos, quanto mais isolados ficarem, mais próximo fica de caírem. 

Ao invés de perguntar onde estão os negros nos protestos alugados deles, pergunte algo melhor: cadê a bandeira do Brasil ou peça para apontarem alguém ali que não tenha recebido nada para estar naquele "protesto", mas nada mesmo, desde cargo comissionado de parasita até um sanduíche de mortadela, fora os ladrões de sempre.

Não fica um, mermão.
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