quinta-feira, 26 de março de 2015

A adolescência eterna do feminismo


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Marcus Vinicius Motta

O feminismo é uma adolescência permanente. Já explico: adolescente, com raríssimas exceções, é impulsivo, chegado num berreiro, pensa pouco antes de agir, contesta por contestar e vive num modo "rage" permanente.


Por isso sinto falta da época em que essas feministas de hoje que criam caso e enxergam machismo em tudo eram fãs do NX Zero e se cortavam trancadas no quarto ao invés de passar o dia procurando assunto para encher o saco dos outros.

Porque imagine que bosta alguém ser tão azedo que até a brincadeira de uma marca de esmalte vira polêmica? O feminismo é isso: um cruzamento de TPM com hemorroida.

A marca de esmaltes Risqué resolveu fazer uma jogada de marketing e batizar tons de esmalte com atitudes masculinas que agradam as mulheres - mas só as normais - como enviar flores, dizer "eu te amo", preparar um jantar, etc.

Logo as sempre atentas feministas apareceram para questionar: atitudes louváveis por quê? Não são nada mais do que a obrigação. A campanha foi acusada de sexista, machista e o escambau.

O feminismo é aquela professora antiga da escola, que você tirava 9 em tabuada e ela dizia: não fez nada demais, não é nem um 10. A professora também era uma solteirona que vivia com 50 gatos e uma coleção de vibradores em formato de coelhos.

Logo surgiram "memes" na internet onde nossas guerreiras da misandria sugeriam nomes de esmalte como "fulano encoxou mulher no ônibus", "cicrano bateu na esposa", "beltrano humilha funcionárias e interrompe mulheres quando falam".

Ou seja: a marca de esmaltes utilizou atitudes positivas e elas, voluntariamente, associaram estas atitudes a atitudes disfuncionais. Na cabeça delas atitudes positivas não merecem o menor destaque, mas as atitudes disfuncionais merecem ser repetidas ad nauseam para passar a seguinte mensagem: homens não prestam.

E isso mostra bem o estado mental dessas criaturas que não lutam a favor de nada, mas contra o homem, o branco, a sociedade patriarcal, a burguesia, o capitalismo e até as mulheres que não aderem à sua paranoica guerra de gêneros. Guerra que aproveita qualquer coisa para virar "campo de batalha":

A gente nunca sabe quando elas vão arrumar briga por causa de uma marca de perfume, maquiagem, lingerie, esmalte ou qualquer outra coisa que elas não usam mesmo.

- E aí, feminista, como foi seu dia?

- A luta continua, hoje caí na porrada com um ESMALTE DE UNHA.

Não era melhor terem continuado ouvindo bandas EMO trancadas no quarto?


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