sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

"Que golpe", dirão os bolivarianos: 400 mil vão as ruas para homenagear Nisman


Imagem: Enrique Marcarian/EFE
Por Luciano Ayan

Segundo a Veja, nesta quarta-feira, em Buenos Aires, Argentina, 400.000 pessoas se manifestaram debaixo de chuva intensa em homenagem ao promotor Alberto Nisman, encontrado morto no dia 18 de janeiro em seu apartamento. 

Nisman morreu apenas quatro dias depois de apresentar uma denúncia contra Cristina Kirchner, a presidente bolivariana da Argentina. A denúncia envolvia a presidente e alguns governistas, que teriam encoberto a participação do Irã no atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina, que deixou 85 mortos em 1994. Nisman era o promotor especial do caso.

Mais enlouquecida que a média dos bolivarianos (que não rasgam dinheiro), Cristina, como sempre, partiu para o confronto, dizendo: "hoje se movem no mundo forças que pretendem instalar conflitos inexistentes”.

Isto é, para Cristina os legítimos sentimentos de apoio a Nisman encontrados nos manifestantes é "puro golpe". Nessa outrora república, se alguém chorar por Nisman passa a ser "golpista". Isso pode parecer insano porque realmente é. 

O governo kirchenista é um exemplo do alto grau de insanidade misturada com perversidade aonde chegam governos cujos líderes possuem base moral trotskista. 

Qualquer semelhança com as declarações dos petistas contra quem se manifesta contra o governo não é mera coincidência. Para estas pessoas, a perversidade ilimitada é um método.
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