quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O papel ridículo de Barbara Gancia diante das vaias a Mantega e da agressão aos republicanos


Imagem: Reprodução TV Folha
Por Luciano Ayan

Irritadíssima por que o dr. Claudio Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein, postou um texto no último domingo na página 3 da Folha de S. Paulo (Tendências/Debates) no qual questionava a corrupção governista, Bárbara Gancia, uma das jornalistas mais empolgadas na defesa do bolivarianismo, tentou desafiá-lo após Claudio Mantega ter sido vaiado por pessoas que frequentavam o hospital. 

Então vamos desconstruir mais uma besteira com o trademark "Barbara Gancia" (ela é realmente uma prodígio em se tornar digna de vergonha alheia):
Caro senhor doutor presidente:1) Já foram identificados os indivíduos que hostilizaram ao ex-ministro Mantega e sua mulher, que foi ao hospital na terça-feira para ser submetida a tratamento contra o câncer?

Isso não é pergunta que se faça a um presidente de hospital, mas à polícia. Só que, como veremos a seguir, ela não é louca de levar isso adiante, pois seria motivo de piadas eternas. 
2) Que providências os senhores estão tomando, foi registrado Boletim de Ocorrência? 
Será que essa senhora acha que vivemos em um curral bizarro como Venezuela? Quem deveria registrar boletim de ocorrência era o Sr. Mantega. Mas todos ririam na cara dele na hora em que fosse fazer o B.O. 

Realize a cena: 
Mantega: Quero fazer um boletim. Sofri uma agressão.Policial: O que aconteceu?Mantega: Estava no hospital Einstein. Aí algumas pessoas disseram para eu ir para o SUS.Policial: Nossa, que violência, não?Mantega: ...
Eu aposto que ela nem vai perceber o tamanho tiro no pé que deu.
3) A direção do hospital está ciente de que, caso este comportamento brutal for tolerado e nenhuma medida tiver sido tomada contra quem o praticou, isto irá significar que a Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein compactua com a irresponsabilidade, a escalada da violência e o desrespeito à ordem pública?
Anotem aí o que ela disse: mandar alguém ir para o SUS é "comportamento brutal", contra o qual "medidas devem ser tomadas". Ela estava em seu juízo perfeito quando escreveu isso?

O que ela tenta é o famoso truque de constranger alguém inimputável. A única atitude a se tomar com pessoas que tentam um recurso tão sujo é a ridicularização. 

Mas agora eu retomo a pergunta: como tem sido o nível de tolerância do PT e de suas organizações diante da violência (aí sim falamos de violência, e não de piadinhas e shamings verbais) praticada por militantes pró-Pt ontem na ABI? Pela lógica da Bárbara Gancia, a ABI deve ser punida, certo? Mas se ela não fez nenhuma manifestação quanto a isso, devemos supor que ela apoia os crimes feitos pelos militantes pró-PT. Mas se ela apoia, se responsabiliza pelas consequência. E então, Bárbara, onde está seu pronunciamento? Ou são apenas petistas que não podem ser vaiados enquanto oponentes podem ser agredidos?
O senhor entende, dr. Claudio, que o Einstein não pode consentir, porque isso significa que ele se colocará do lado dos inconsequentes que querem ver o circo pegar fogo sem medir as consequências para as instituições?
Ela realmente não tem medo de agir de forma ridícula. Imaginem só se o Hospital Einstein começasse a ter quadros escritos: "Não mandem petistas ao SUS. Isso é violência extrema!". 

Mas enfim, Bárbara, como não fez nada, estaria do lado dos inconsequentes que praticaram violência fascista ontem na ABI. isto de acordo com o livro de regras dela, é claro. 

No fim das contas, parece que as células racionais do cérebro de Bárbara entraram em greve.
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