domingo, 1 de fevereiro de 2015

O caso de Fernando Holiday. Ou: quando a extrema-esquerda, sempre racista, mostra sua cara


Luciano Ayan

Imagine que você pertença a uma minoria e resolva desafiar os principais donos do poder, que oprimem todos os aspectos de nossa vida. Alguns pensariam em revolucionários recebendo mimos por todos os lados, certo? Que tal uma série de privilegios e, em alguns casos, até verba estatal? 

Bem, isso se você se aliar exatamente aos adeptos de ideologias totalitárias como o socialismo. Caso contrário, pode esquecer. Para quem resolver desafiar o status quo esquerdista, nada de moleza. 


Fernando Holiday, como a maioria dos negros, prefere buscar seus sonhos ao invés de fabricar um falso vitimismo. Exatamente ao contrário da extrema-esquerda. Veja este vídeo de Holiday: 


Isso é o que se chama de uma verdadeira desenganação dos principais dogmas da extrema-esquerda quando esta finge lutar em favor de negros contra brancos. São os famosos “movimentos negros”, que jamais representaram os negros. Assim como um “movimento branco” não me representaria. Se fizessem um “movimento em favor do indivíduo”, aí sim contem com minha presença. 

Pois veja como a extrema-esquerda o tratou:


Quanto crime de ódio, não? Será que esses crimes serão pegos pelo famoso software do governo para detectar “crimes de ódio” na Internet? Como diria o ceguinho esperançoso, veremos. 

Como sempre podemos notar que a extrema-esquerda jamais pensou em qualquer grupo que alegou defender. Sempre usaram os membros de cada grupo que aceitassem jogar o jogo da vítima, para prover o benefício que a simulação da defesa destes grupos poderia prover. Ou seja, muita verba estatal para os líderes (e são poucos os espertos que fazem esse negócio render, mas estes poucos se dão muito bem, obrigado). Mas se alguém não se enquadra nos jogos de vitimismo, não serve para capitalização política para essa gente e, como tal, passa a ser um inimigo. 

Eis aqui a postura da extrema-esquerda diante das minorias que fingem defender mais desnudada que nunca. E não é uma imagem agradável a que vemos. Mas não é algo que me surpreenda também. 

Em tempo: veja um vídeo onde Fernando Holiday coloca esses racistas em seu verdadeiro lugar: 


Uma dica de leitura é “The Intellectuals”, de Paul Johnson. Lá sabemos que no marxismo o racismo sempre foi uma regra. Desde os tempos de Karl Marx.
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