terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Nicolas Maduro personifica Kim Jong-un: "Não vou aceitar nem mais uma ofensa"


Imagem: Reprodução Redes Sociais
Por Luciano Ayan

Era só o que falta. Bem, agora não falta mais nada. Nicolas Maduro, o tirano psicopata da Republiqueta Bolivariana da Venezuela, já começou a agir feito Kim Jong-un, publicando bravatas dizendo que "esta é a última vez que ele vai tolerar" qualquer declaração dada pelos Estados Unidos. 

Toda semana para essa gente "é a última vez". Parece até promessa de dieta. 

Duvida? Então veja o texto engraçadíssimo intitulado "'Não vou aceitar nem mais uma ofensa', diz Maduro para Obama", do Pragmatismo Político:
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, apelou na última segunda-feira (23) ao presidente norte-americano, Barack Obama, para que acabe com as sanções a funcionários de Caracas. Ele acrescentou que não aceitará “nem mais uma ofensa” de Washington contra os venezuelanos.
“Que cessem as sanções, as ameaças e as agressões contra a Venezuela. Não vou aceitar nem mais uma ofensa do imperialismo norte-americano”, disse.
Nicolás Maduro falou durante evento do Partido Socialista Unido da Venezuela, realizado no estado de Yaracuy, a 280 quilômetros a oeste de Caracas. Ele destacou, em seu discurso, que acabou o tempo do imperialismo.
Maduro reafirmou que a Venezuela quer ter melhores relações com Washington, mas que é “lamentável que o presidente Barack Obama se deixe levar por maus e falsos assessores, que o conduziram a um beco sem saída” nas relações com Caracas.
O presidente venezuelano voltou a acusar os Estados Unidos de apoiar uma conspiração contra o seu governo e pediu “apoio aos presidentes e povos do mundo, para as ações políticas e diplomáticas que a República tenha que tomar para defender a dignidade do país”.
“Não vou permitir que o governo dos Estados Unidos e a sua embaixada continuem a chamar militares, a comprar jornalistas, formadores de opinião, dirigentes. Não vou permitir [isso], quero as melhores relações de respeito com o governo dos Estados Unidos”, ressaltou.
Segundo Nicolás Maduro, se Barack Obama não se retratar com a Venezuela, será “tristemente” lembrado pelos povos da América Latina da mesma maneira que o ex-presidente norte-americano George Bush.
“[Queremos que ele] ordene o caos que tem na política com a Venezuela, tome as rédeas, imponha critérios de respeito pela República Bolivariana da Venezuela, porque o nosso povo não vai aceitar mais ingerência do seu governo, nem mais abusos da sua embaixada”, afirmou.
Em 2 de fevereiro, os Estados Unidos anunciaram novas sanções (suspensão de vistos) a antigos e atuais funcionários do governo venezuelano, alegando que eles são responsáveis ou cúmplices por violações dos direitos humanos na Venezuela.
Nem vou comentas as besteiras tradicionais de Maduro, como sair acusando oponentes de "conspiração" e "golpe", agindo exatamente igual faria Kim Jong-un em seus momentos mais ridículos. 

A pergunta é: "O que vai acontecer, Maduro, se fizerem mais 'uma ofensa'? Vai chorar? Vai invadir?". 

É por isso que não podemos permitir a censura de mídia. Com esse comportamento, Maduro seria tão ridicularizado por toda a Venezuela que os venezuelanos seriam salvos dessa desgraça. Mas como há censura de mídia, ele pode continuar a dizer essas parlapatices incólume.
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