sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Manifestante agredido por fascistas do PT diz: "2015 será o ano da direita nas ruas"


Imagem: Ricardo Borges/Folhapress
Por Luciano Ayan

Conforme vemos em matéria da Folha de S. Paulo, o lançamento de milícias bolivarianas contra cidadãos que protestavam contra a corrupção pode ter sido um tiro no pé do governo. 

O fato é que a violência absurda dos trogloditas pró-PT aumentou o ânimo da direita em ir para as ruas se manifestar. 

Luiz Eduardo Oliveira, de 46 anos, corretor de imóveis, disse: 
Em 2013 a esquerda foi para rua. Em 2014, houve um hiato pela morte do Santiago [Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes atingido por um rojão]. Este ano vai ser o das manifestações da direita, pedindo o impeachment da Dilma e o fim da corrupção.
Ele foi agredido por socos e pontapés de forma covarde por vários militantes petistas no centro do Rio. 

Leia mais direto da matéria:
Ele estava com um grupo de cerca de 20 pessoas na porta da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) para se manifestar contra evento organizado em defesa da Petrobras com presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele diz ser uma das lideranças engajadas na manifestação pelo impeachment da presidente no próximo dia 15.
Oliveira conta que os manifestantes anti-PT permaneciam do outro lado da rua quando foram agredidos por homens vestidos com camisas do Partido dos Trabalhadores e da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
A matéria da Veja também é desonesta ao dizer que "houve agressões de ambas as partes". É claro que em um determinado momento, Oliveira, que pratica artes marciais, conseguiu revidar as agressões heroicamente. 

Oliveira conta: 
Nós fomos fazer uma manifestação pacífica, mas os militantes pagos pela CUT iniciaram as agressões. A gente só se defendeu.
Ou os governistas mostram vídeos e fotos mostrando que foram os manifestantes anti-corrupção que partiram para cima deles ou então poderemos chamar todos que disserem ter "briga de ambos os lados" de mentirosos. 

Oliveira acredita que o país está a beira da guerra civil: 
O Lula disse que o Stédile [João Pedro Stédile, líder do MST] vai por o exército na rua. Eles são 230 mil, mas temos 5 milhões de militares na reserva aguardando o nosso chamado. Se tiver que pegar em armas, eu pego.
Não é preciso dizer que a convocação de guerra civil partiu do lado de sempre, como bem explicou Oliveira. 

Eu defendo que devamos focar em gravar todas as agressões das milícias bolivarianas e usá-las para expô-los ao público em toda sua monstruosidade. 


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