domingo, 22 de fevereiro de 2015

Eduardo Cunha dá aula de como se reage à jornalistas que mentem. É o oposto da postura petista.


Imagem: Reprodução montagem Brasil247
Por Luciano Ayan

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara pelo contestou uma matéria de Lauro Jardim (na seção Radar, da Veja). Nesta matéria, Jardim afirmava que Cunha havia viajado a Paris no Carnaval, hospedando-se em um dos hotéis mais luxuosos da Europa. 

Veja abaixo a resposta de Cunha:
Bom dia a todos.
Essa coluna Radar on-line continua a só escrever bobagens e mentiras.
Primeiro o meu destino do carnaval foi Portugal. Segundo foi aonde, inclusive, estive ontem visitando o Primeiro Ministro Português. Terceiro viajei às minhas custas. Quarto para deixar bem claro, não existe nenhuma procedência de que vou indicar qualquer cargo, que dirá ministro.
Esse colunista é mentiroso e leviano.
Além disso, sempre posto tweet e não finjo estar no país. Postei, inclusive, o encontro com o primeiro ministro de Portugal. E a minha saída do país foi devidamente comunicada, tendo nesse período me licenciado da Presidência.
Não é porque um colunista é mentiroso e leviano que tenho de criticar a imprensa. Critico ele e assim desminto a notícia. Se ofender, existe a justiça.
Para a má imprensa, mais imprensa. Viva a liberdade de imprensa e viva o nosso livre direito de criticar!
E agora, o que vai acontecer? Ele provavelmente processará o jornalista, exigirá direito de reposta e daí por diante. Tudo com afirmações diretas, sem vaguezas intencionais, recursos típicos de gente desonesta. 

Não existe nada de "uma mídia golpista", que sempre é um ataque aleatório, abstrato e desonesto. Há indivíduos que agem desonestamente e que devem ser apontados, sejam por governistas ou oposicionistas. 

Qualquer coisa além disso é discurso totalitário. Eduardo Cunha deu um exemplo que nenhum petista seguirá, evidentemente.
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